“A IA que ressuscita os mortos ameaça nossa compreensão da realidade.”

"Como toda tecnologia transformadora, a IA pode fazer bondades e maldades", inicia o Professor Glauco Arbix (USP) seu artigo “A IA que ressuscita os mortos ameaça nossa compreensão da realidade”. Empresas revivem digitalmente entes queridos, com recriações que não deixam de ser assustadoramente convincentes. Ele prossegue sobre o estranhamento que ocorre com as ressurreições sintéticas, que podem corroer a compreensão coletiva do real. "E os chatbots, ao abrir o diálogo com com os mortos, se apropriam da singularidade de quem já viveu", pondera o autor. Leia em: Jornal da USP