Can AI really help us find love? / A IA pode realmente nos ajudar a encontrar o amor?
Raymond Douglas, 55 anos, divorciado da Califórnia, mantém há anos uma relação com Tammy — que não é humana, mas uma companheira de IA. Ele é um dos milhões que recorreram a chatbots para suporte emocional e prazer. Replika, um dos maiores apps do gênero, teve mais de 10 milhões de usuários em 2024. Big techs como Google, OpenAI, Meta e Microsoft apostam em "assistentes pessoais" com traços de companheirismo. Mark Zuckerberg busca "superinteligência pessoal" com essa função entre as principais. Mas há críticas: a filósofa Giada Pistilli diz que "é estranho como a tecnologia deveria nos aproximar, mas em vez disso nos encoraja a ser frágeis, e empresas estão monetizando essa fragilidade". Apps de namoro também usam IA para tentar melhorar matches.
Acesse em:Financial Times
