Como potências médias podem enfrentar a dominância americana e chinesa em IA / How middle powers can weather US and Chinese AI dominance
A Chatham House propõe "quatro abordagens pragmáticas para a soberania da IA" de potências médias, diante da dominância dos EUA e China. São elas" especializar-se em parte da cadeia global de IA; alinhar-se com uma superpotência; compartilhar soberania com outros países; ou fazer hedge usando capacidades de diferentes nações. O estudo analisa 15 potências médias e a União Europeia. "A dependência global da tecnologia americana e chinesa é inevitável, mas uma maior soberania sobre a implementação da IA permitirá que países menores desenvolvam seus próprios caminhos tecnológicos, priorizando as necessidades de suas populações", diz o estudo.
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Exemplos de eixos adotados por potências médias Emirados Árabes se alinharam aos EUA e sediarão o primeiro Stargate (projeto de infraestrutura de IA da OpenAI) internacional. Arábia Saudita faz hedge: investe em modelos locais em árabe via HUMAIN (empresa de IA do fundo soberano), com presença proativa da Huawei na infraestrutura. Coreia do Sul busca soberania integral, ponta a ponta. Alemanha e França apostam em coordenação europeia. Índia avança em infraestrutura digital pública. Indonésia e Tailândia priorizam modelos multilíngues, treinados com base na diversidade cultural local.