”Iran, Ukraine, Gaza… l’IA s’impose sur les champs de bataille / Irã, Ucrânia, Gaza… A IA se impõe nos campos de batalha

Grandes potências investem firme em IA generativa para amplificar as capacidades de suas forças armadas. O fenômeno levanta questões éticas, amplia a assimetria tecnológica e exacerba o desequilíbrio de poder entre nações. O Pentágono (com OpenAI, depois da Anthropic), China (com DeepSeek) e França (com a Mistral), são exemplos citados pelo Les Echos. "Israel, Rússia, EUA e Ucrânia já utilizaram drones kamikaze (que podem selecionar seus próprios alvos estáticos ou móveis) contra alvos humanos, levantando questões éticas cada vez mais urgentes sobre o uso de 'armas autônomas'", cita o artigo. O uso vai desde a análise de grandes volumes de informação, processamento de imagens, vídeos e gravações de voz, treinamento de equipes e simulação de combate, até a utilização em zonas de guerra. Acesse em: Les Echos