La géopolitique des puces: une leçon cruelle pour les Européens / A geopolítica dos chips: uma lição cruel para os europeus

Em editorial, Le Monde afirma que a geopolítica dos microprocessadores traz lições cruéis aos europeus. Os semicondutores, terceiro bem mais comercializado do planeta depois dos produtos petrolíferos e do automóvel, tornaram-se arma estratégica e alavanca diplomática disputada por Estados Unidos, Taiwan e China. A Europa é potência industrial antiga mas ator distante nessa corrida tecnológica. O continente descobriu que não detém nem as chaves nem o ritmo dessa disputa. O trunfo europeu se resume à ASML, líder mundial de máquinas de fotolitografia essenciais para a IA. O European Chips Act, adotado em 2023, vai na direção correta para garantir parte dos aprovisionamentos, mas a resposta permanece insuficiente. A busca pela soberania se anuncia longa e dolorosa.

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