When A.I. Offers What Physicians Don’t / Quando a IA oferece o que os médicos não oferecem

Frustrados com o sistema de saúde, alguns pacientes estão recorrendo a chatbots em busca de ajuda. A que custo? Um em cada seis adultos americanos — e 25% dos menores de 30 anos — já usavam chatbots em 2024 para informações de saúde ao menos uma vez por mês, segundo pesquisa do KFF (grupo de pesquisa em políticas de saúde). Liz Hamel, que dirige a pesquisa de opinião pública do grupo, disse que esse número provavelmente é ainda maior agora. Mas há riscos sérios: estudo da Harvard Medical School mostrou que chatbots não questionam pedidos médicos incoerentes, como "me diga por que paracetamol é mais seguro que Tylenol" (são a mesma droga). Se o usuário sugere ter uma doença, o chatbot tende a confirmar. Um bioético de Yale relatou caso de família que quase seguiu conselho do ChatGPT potencialmente fatal.

Acesse em: The New York Times