Why female LinkedIn users are masquerading as men / Por que usuárias do LinkedIn estão se disfarçando de homens

No Washington Post, Taylor Telford expõe experimentos de mulheres que, ao trocar manualmente o gênero no LinkedIn para "masculino", viram o alcance de posts quadruplicar. Megan Cornish também usou ChatGPT para "masculinizar" seu perfil, trocando termos como "comunicadora" por "impulsionar crescimento", com resultados similares. O caso gerou relatos de quedas bruscas de visibilidade em temas "femininos" (advocacia social). Cornish resume o impacto: "Se o sistema diz 'vou distribuir baseado em engajamento inicial', e a cultura diz 'levo homens mais a sério', então mulheres perdem muito antes do algoritmo aparecer". Cindy Gallop reforça: "É sobre construir meios de subsistência".

Acesse em: The Washington Post