Après l’intelligence artificielle, place à l’« intelligence organoïde » / Depois da inteligência artificial, a vez da “inteligência organoide”

Diversas startups aceitaram o desafio de usar neurônios humanos produzidos a partir de células-tronco para criar inteligência artificial. Mas a pesquisa, que ainda está em seus estágios iniciais, já levanta inúmeras questões éticas. Startups como a suíça FinalSpark estão desenvolvendo "organoïdes cerebrais" (pequenas estruturas de dezenas de milhares de neurônios humanos cultivados a partir de células-tronco) para substituir redes neurais artificiais. A promessa: neurônios biológicos são um milhão de vezes mais eficientes energeticamente que os artificiais. Mas a pesquisa ainda engatinha. "Se pegamos células de um paciente, é preciso seu consentimento para fazer um organoide cerebral?", questiona Vincent Flacher, do CNRS.

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