Yann LeCun prédit une «troisième révolution» / IA: Yann LeCun prevê uma “terceira revolução”
Cofundador da inteligência artificial moderna e ganhador do prêmio Yuring, Yann Lecun considera fundamental garantir "diversidade na IA e na Tecnologia, especialmente via open source, "livremente 'adaptável' a todos os sistemas de valores". Mas admite o domínio chinês hoje na modalidade. O open source, a rigor, permite que cada país/cultura adapte a IA aos seus próprios valores, em vez de usar sistemas pré-configurados com vieses americanos ou chineses. 'Em um futuro próximo, quase todas as nossas interações com o digital passarão pelos assistentes de IA. Se eles vierem de um punhado de empresas dos Estados Unidos ou da China, isso não é bom para a democracia e a cultura. O cidadão deve ter acesso a uma grande diversidade de IA, assim como tem para os veículos de imprensa', alerta ele", comenta. O cientista francês, de 65 anos, lança a startup AMI (Advanced Machine Intelligence) com sede em Paris — a pedido de Emmanuel Macron — e captação estimada em €500 milhões. Ele, que há 15 dias falou ao Financial Times, conta por que saiu da Meta para sua empresa.
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